25 de set de 2003

11th International Conference on Harmful Algae Blooms

14-19 November 2004
Cape Town International Convention Centre
Cape Town, South Africa
aecon.e@mweb.co.za
www.botany.uwc.ac.za/pssa

Harmful algae and their toxins pose a growing global problem for human health, aquaculture, fisheries, seafood trade, tourism and recreation, and the aquatic environment at a time when human reliance on coastal zones for food, recreation and commerce is expanding. The conference will provide a broad forum for phycologists, microbiologists, toxicologists, physiologists, molecular biologists, aquatic biologists and managers to address and exchange research findings and perspectives concerning all aspects of toxic and harmful algae.

17 de set de 2003

Whale's Flatulence


"The picture is of an Antarctic minke whale taken from the bow of a ship," research scientist Nick Gales explains. "The white bits in the photo are pieces of ice-floe, the stream of pinky color behind the whale is a fecal plume ? a.k.a. "poo" ? the large circle in the water is indeed the physical eruption of the whale's flatulence."

9 de set de 2003

NOVO CURSO DE OCEANOGRAFIA

A Universidade Federal da Bahia (UFBA) criou um novo curso de graduação em Oceanografia. Os estados do RS (FURG), RJ (UERJ), SP(USP), ES(UFES) e PA(UFPA) já possuem o curso, sendo este o sexto curso de Oceanografia criado no Brasil em Universidades Públicas. O curso também é oferecido em Santa catarina (UNIVALI) e Santos (UNIMONTE).

O Curso na UFBA oferecerá inicialmente 25 vagas já para o Vestibular de 2004. As inscrições para o concurso vestibular reabrem dia 5, sexta-feira, e quem já fez a inscrição para outra profissão, pode muda-la para o novo curso.

Este é mais um exemplo do quão importante é a Oceanografia para Brasil. Nos últimos anos vem sendo frequente a abertura de novos cursos de graduação em Oceanografia, inclusive em Universidades de Grande importância para o País, como é o caso da USP, UFES e agora a UFBA.

No entanto não podemos esquecer dos problemas que os Oceanógrafos ainda enfrentam no Brasil. Apesar da Abertura de novos cursos, o número de contratações não aumentou, pois não ocorrem novos concursos públicos para a contratação de professores. Para estes novos cursos criados, e muitos outros nas universidades públicas, normalmente são remanejados professores das próprias instituições para ministrarem as aulas, evitando assim a contratação de novos pesquisadores. Além disso, o trabalho dos oceanógrafos no Brasil ainda é muitas vezes dificultado pelo fato da profissão ainda não ser regulamentada, o que dificulta a atuação do profissional principalmente na iniciativa privada.

A criação deste curso em uma universidade federal pode ser um indício de que a situação pode estar mudando. Autorizar a criação de novos cursos em universidades federais para uma profissão que o próprio governo ainda não reconhece oficialmente, seria uma atitude sem muita lógica. Sendo assim, a regulamenteção se torna necessária para garantir uma atuação mais efetiva e justa destes profissionais.

Ao meu ver, o próximo passo digno do governo federal seria criar o conselho federal do oceanografia, e de uma vez por todas, regulamentar nossa profissão.