28 de abr de 2005

Bolsas CAPES

Brasil-Espanha Programa Capes-MECD

      Estão abertas as inscrições para o programa que a Capes realiza em  parceria com a Direção Geral de Universidades do Ministério de  Educação,  Cultura e Desportos (MECD), da Espanha. O programa apóia projetos  conjuntos  de pesquisa e cooperação científica desenvolvidos por instituições de  ensino superior brasileiras e espanholas, que visem a formação em nível  de  pós-graduação (doutorado-sanduíche e pós-doutorado) e o aperfeiçoamento  de  docentes e pesquisadores. Leia mais

      www.capes.gov.br

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IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DAS ÁGUAS

"Cidadania no Uso e Conservação dos Recursos Hídricos "

23 a 25 de Maio de 2005

Curitiba ? Paraná ? Brasil

Ministério Público do Estado do Paraná, Universidade Federal do Paraná ? UFPR e o Instituto de Engenharia do Paraná ? IEP

Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente

O SEMINÁRIO

A Cidadania para o Uso e Conservação dos Recursos Hídricos é o tema central do IV Seminário Internacional das Águas, a ser realizado no período de 23 a 25 de maio de 2005, na cidade de Curitiba ? Paraná ? Brasil.

O evento é uma realização do Ministério Público do Estado do Paraná, em conjunto com a Universidade Federal do Paraná ? UFPR e o Instituto de Engenharia do Paraná ? IEP, através do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente, com o apoio de diversas instituições públicas.

O objetivo principal do Seminário é promover a troca de conhecimentos, ampliando a capacidade dos usuários em reconhecer seus direitos e deveres quanto ao recurso água. E desta forma, aumentar as condições de vigilância da população, com o intuito de auxiliar o Ministério Público no cumprimento da sua função.

De todas as crises sociais e naturais que a humanidade enfrenta, a da água é a que mais afeta a nossa sobrevivência e a nossa qualidade de vida. Em função desta realidade é preciso comprometer toda a sociedade e promover um novo padrão de produção e consumo, visando alcançar as metas da Agenda 21, principal documento apresentado na Conferência das Nações Unidas, realizada no Rio de Janeiro em 1992, a qual recomenda os princípios necessários para o desenvolvimento sustentável das Nações no Século XXI.

PÚBLICO ALVO

Órgãos Públicos Gestores dos Recursos Hídricos, Ambientais, Institutos de Pesquisa e Extensão, Universidades, Organizações Não Governamentais ? ONGs, Técnicos, Consultores, Empresários, Pesquisadores, Professores e Estudantes.

INSCRIÇÕES

Através do site: www.iep.org.br - IV Seminário Internacional das Águas

Até 13/05/2005 Profissionais: R$ 30,00

Estudantes: R$ 10,00 (apresentação de declaração de matrícula)Vagas limitadas

O valor da taxa de inscrição deverá ser depositado em nome do Instituto de Engenharia do Paraná - IEP CNPJ: 76.654.607/0001-57 - Banco : HSBC - Agência Nº 0054 - Conta Corrente Nº 42.185-90 Confirmação do depósito e declaração de matrícula pelo Fone/Fax: (041) 322-9129

Maiores informações: Tânia Mara Jacomiti, tania@iep.org.br - Fone: 55 (041) 322-9129

Aglaé Leitolesg, caopma@pr.gov.br - Fone: 55 (041) 250-4747

Fwd: Boletim Agência FAPESP - 28/04/2005

Limpeza ambiental


Punta Del Leste, no Uruguai, será palco a partir de segunda-feira (2/5) da primeira reunião das nações que fazem parte da Convenção de Estocolmo. Pelo acordo, todos os países devem eliminar 12 pesticidas e produtos químicos perigosos
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Adesão maciça

Softex, Unicamp e MCT divulgam resultados da maior pesquisa mundial sobre software livre e código aberto, feita com mais de 3,6 mil desenvolvedores e usuários
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Pesquisa com células-tronco mostra avanço do trabalho científico no país

Pesquisa com células-tronco mostra avanço do trabalho científico no país

Na semana em que o CNPq comemorou 54 anos, a sociedade recebeu a notícia de que o Governo Federal irá investir R$ 11 milhões em pesquisas com células-tronco adultas e embrionárias. O anúncio foi feito pelos ministros da Saúde, Humberto Costa, e Eduardo Campos, da Ciência e Tecnologia, na solenidade de lançamento do edital do CNPq que selecionará projetos de pesquisas básicas, pré-clínicas e clínicas relacionadas ao desenvolvimento de procedimentos terapêuticos inovadores em terapia celular. O uso de células-tronco embrionárias foi possível graças à aprovação da Lei de Biossegurança em março deste ano.      

O MCT vem investindo em pesquisas nessa área há alguns anos. A primeira ação, em 2001, visou à capacitação do país, em C&T, para introduzir e desenvolver uma nova área médica, a Medicina Regenerativa, que trata pacientes com doenças crônico-degenerativas e traumáticas com terapias celulares e teciduais. Foram investidos mais de R$ 4 milhões. Desde então, foram lançados vários editais pelas agências de fomento - CNPq e FINEP - para transferir recursos para pesquisas em terapia celular. No ano passado foram investidos um total de R$ 57 milhões em C&T e a previsão é de que o esse valor chegue a R$ 80 milhões este ano.        

O edital, cujos recursos são provenientes, metade do Fundo Setorial de Biotecnologia (CT-Bio), e metade da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos do MS, está disponível na página do CNPq e as propostas poderão ser feitas até o dia 04/06/2005. Os estudos devem se desenvolver no período de dois anos e os recursos serão liberados em duas parcelas - a primeira este ano e a segunda em 2006.            

O CNPq        

O CNPq, instituição vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, foi criado em 15 de janeiro de 1951. Contribui diretamente para a formação de pesquisadores (mestres, doutores e especialistas em várias áreas de conhecimento) e é hoje uma das maiores e mais sólidas estruturas públicas de apoio à Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) dos países em desenvolvimento.        

Ao longo de sua existência, apresenta como resultado de seus investimentos a formação de aproximadamente 30 mil doutores e 85 mil mestres. Considerando que o Brasil conta hoje com cerca de 60 mil doutores em atividade, percebe-se o quanto a instituição tem sido importante para a formação de competências no país.        
Desde 2003, o CNPq tem se voltado para novos desafios, com ênfase na articulação do desenvolvimento de C&T com a política industrial, a ampliação da base instalada em C&T, a promoção do desenvolvimento científico e a popularização da ciência. Tem papel importante nessas linhas os editais lançados pelo CNPq com recursos dos Fundos Setoriais - R$ 80 milhões em 2003 e mais de R$ 100 milhões em 2004 e 2005.        

Para 2005, os recursos do Tesouro para o CNPq são da ordem de R$ 738 milhões, assim distribuídos: Bolsas: R$ 546 milhões; Fomento: R$ 118 milhões e Administração: R$ 74 milhões. O CNPq tem se empenhado em firmar parcerias como forma de ampliar os recursos para C&T, principalmente com as Fundações de Amparo à Pesquisa dos Estados (FAPs). Destaca-se o programa inovador de jovens pesquisadores, no apoio aos primeiros projetos, (Programa Primeiro Projeto - PPP). Já são mais de 1.180 projetos aprovados no valor global de 37,6 milhões de recursos alocados. O lançamento deste programa é uma das principais ações desenvolvidas no âmbito do fomento à pesquisa no CNPq em 2003. Implementado em parceria com as FAPs dos Estados, são concedidas recursos para jovens pesquisadores. Cada pesquisador recebe cerca de R$ 26 mil por ano, metade pago pelo CNPq e metade pelas FAPs para utilização em gastos com pesquisa.        

Há ainda o programa indutor de desenvolvimento científico regional, em que foram assinados 419 convênios com os Estados. Por meio desses convênios com os Estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, são concedidas bolsas de Desenvolvimento Científico Regional para apoiar projetos vinculados às instituições de pesquisas regionais que têm carência de pesquisadores qualificados. O CNPq concede a bolsa e a entidade estadual financia o projeto de pesquisa.        

Outra parceria com as FAPs envolve o novo PRONEX (Programa de apoio a Núcleos de Excelência), em 2003/2004 - O PRONEX vem sendo um dos mais importantes instrumentos utilizados pelo CNPq para financiar a melhoria das condições físicas e laboratoriais dos núcleos de excelência existentes no País. Na operacionalização do novo PRONEX, o CNPq assina convênios com as FAPs, responsáveis pelo lançamento dos editais para submissão de propostas. Os Estados entram com o mesmo montante, dobrando os recursos iniciais. Até 2002, o PRONEX era financiado apenas pelo CNPq.        

E há, ainda junto com as FAPs, a parceria criada em 2003 envolvendo o programa de Iniciação Científica Júnior que, além de ser um programa de inclusão social, tem inspirado no ensino médio novas vocações para a pesquisa. O crescimento na aplicação de recursos financeiros para essas parcerias é significativo. Já são mais de quatro mil bolsas destinadas a alunos de escola pública do ensino médio, que terão seu primeiro contato com a ciência freqüentando os laboratórios das universidades.        

Merece também destaque em 2004 o lançamento pelo CNPq do Programa "Casadinho", assim chamado porque integra grupos de pesquisa vinculados a programas de pós-graduação não consolidados localizados nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e grupos e pesquisa de qualquer região do país associados a programas de pós-graduação consolidados. O CNPq já destinou R$ 30 milhões a grupos de pesquisa de todas as grandes áreas do conhecimento: Agrárias, Biológicas, Saúde, Exatas e da Terra, entre outras.        

Saiba mais sobre o edital de pesquisa com células-troncos

26 de abr de 2005

When Snow Melts, Ocean Plants Bloom

When Snow Melts, Ocean Plants Bloom

04.21.05

Who would have thought that melting snow cover in the Himalayan Mountains could alter the ocean food chain over a thousand miles away? Well, that's just what's happening, according to a NASA-funded study appearing in this week's Science magazine.  

The study finds a decline in winter and spring snow cover over Southwest Asia and the Himalayan mountain range is creating the right conditions for more widespread blooms of ocean plants in the Arabian Sea.

The decrease in snow cover has led to greater differences in both temperature and pressure systems between the Indian subcontinent and the Arabian Sea. The pressure differences generate monsoon winds that mix the ocean water in the Western Arabian Sea. This mixing leads to better growing conditions for tiny, free-floating ocean plants called phytoplankton. Phytoplankton serve as the base of the ocean food chain.

Joaquim Goes, a senior researcher at the Bigelow Laboratory for Ocean Sciences in Maine is the study's lead author. He and colleagues used data from OrbImage and NASA's Sea-viewing Wide Field-of-view Sensor (SeaWiFS) satellite to show that phytoplankton concentrations in the Western Arabian Sea have increased by over 350 percent over the past 7 years.

"Climate change and warming are causing a decline in snow cover over the Eurasian region, especially over the Himalayas," said Goes. "The associated shifts in winds, and increased phytoplankton levels in the Arabian Sea, could have far reaching consequences for the ecosystem of the region."

For more....
http://www.nasa.gov/vision/earth/lookingatearth/eurasian _melt.html

20 de abr de 2005

2005 Australian Coral Reef Society conference

2005 Australian Coral Reef Society conference

The call for papers for the 2005 Australian Coral Reef Society conference is now open.  Below is a summary of the conference and more details can be found on our website at www.australiancoralreefsociety.org  Membership forms are also available on the website. 

81st Australian Coral Reef Society Annual Conference at Heron Island Research Station
 
Managing and researching reefs in a changing world
 
Heron Island Research Station will be hosting the 81st ACRS Conference in August this year. The entire station is booked for what is likely to be the biggest conference ever held there.   Due to generous sponsorship from CMS, AIMS, JCU, GBRMPA and Deep Oceans Expeditions, registrations have been subsidised, so that the affordable registration package includes transfers from Gladstone, accommodation at HIRS, all meals and attendance at the conference sessions.  
 
There is an exciting line up of keynote speakers including Dr Chris Simpson who will discuss West Australian reefs, Prof Tony Larkum from The University of Sydney, Prof Ove Hoegh-Guldberg from the Centre for Marine Studies, UQ, Dr Pat Hutchings from the Australian Museum and a GBRMPA representative will give an update of the new GBRMPA rezoning.
 
The meeting will commence with the opening on the Friday night followed by dinner and welcome function.  Contributed papers will be presented on
Saturday and Sunday with a barbecue and social function on the Saturday night. The Conference dinner and awards night will be held at the Heron Island Resort on the Sunday night.
 
Delegate excursions will be offered for the Monday and possibly Friday and will include a snorkeling trip at Heron Island or Wistari Reef, a SCUBA dive at Heron and an overnight trip to One Tree Island.
 
The call for papers is now open and we would like to receive your abstracts as soon as possible with the deadline for receipt of abstracts 1st June
2005.
 
Two workshops will be held at HIRS in the week following the conference. These are titled:

An Introduction to Molluscs; Their Diversity, Biology and Identification by Dr Winston Ponder from the Australian Museum

and

Taxonomy, Evolutionary Biology and Demography of Coral Reef Fishes by Prof Howard Choat.
 
The registration form will be available soon and we encourage you to register early as there is a cap on the number of delegates the Heron Island
Research Station can accommodate. Accommodation will also be available at Heron Island Resort at a room only rate, so this will be offered as a
separate rate of registration.  

Please visit the conference website via the ACRS website at http://www.australiancoralreefsociety.org/
 
for further details.  We look forward to receiving your abstracts soon. 

ACRS Conference Organising Committee.
 
Dr Selina Ward

Vice President and Chair 2005 ACRS Conference Committee
Australian Coral Reef Society
Centre for Marine Studies
Level 7, Gehrmann Laboratories
The University of Queensland
St Lucia  4072 Qld. Australia
ph 61 7 3365 3307
fax 61 7 33654755
mob 61 410 478467  (0410 478467)
email s.ward@marine.uq.edu.au 

http://www.marine.uq.edu.au/GBRSP

19 de abr de 2005

Training Course : Biodiversity in Mangrove Eco systems, July 16 ? 30, 2005 at Annamalai University, India

UNU-INWEH - UNESCO International Course
Biodiversity in Mangrove Ecosystems

Centre of Advanced Studies in Marine Biology
Annamalai University, India

15-29 June 2005

An International Training Course on "Biodiversity in Mangrove Ecosystems" is going to be conducted for 15 days from July 16 ? 30, 2005 at Annamalai University in India. Please find the details of the course, application form and fellowship form at      http://www.inweh.unu.edu/inweh/training/mangroves.htm

The last date 30 April 2005.

No anzol dos outros

No anzol dos outros

Longe Navios-fábrica pesqueiros levam os frutos do mar brasileiros para mercados, como o de Tóquio, no Japão

Pesquisadores descobrem espécies cobiçadas em águas brasileiras. Elas eram capturadas por barcos pesqueiros estrangeiros sem que ninguém soubesse..

O calamar, um molusco de águas geladas vendido como iguaria rara em importadoras, pode, na verdade, ter sido capturado em mar brasileiro.

O mesmo acontece com outras espécies marinhas altamente valorizadas que vão direto para os mercados europeu, asiático e americano. Embora praticamente desconhecidas aqui, são peixes e crustáceos capturados dentro do mar territorial brasileiro por navios pesqueiros estrangeiros. Ninguém sabia que essas espécies freqüentavam nosso litoral. Sua ocorrência só foi descoberta nos últimos anos, graças à presença de pesquisadores a bordo.

É o caso do caranguejo de profundidade, que chega a pesar 1,6 quilo e medir 18 centímetros. Ele é encontrado 500 metros abaixo da superfície, a cerca de 180 quilômetros da costa ao longo do trecho de litoral que vai de Florianópolis à fronteira com o Uruguai. No mercado de Tóquio, pode chegar a R$ 60 o quilo. Outra vedete internacional pescada em mar brasileiro é o peixe-sapo, conhecido como tamboril, apreciado principalmente em Portugal. É preparado com amêndoas e ameixas-pretas. Um filé de peixe-sapo grelhado, com saladas e batatas, custa cerca de 35 euros. Em 2002, também foi registrada a descoberta no Brasil de camarões de grande profundidade, conhecidos como carabineiros, que fazem sucesso nas paellas espanholas.

A captura dessas espécies vem puxando a exportação de pescados do Brasil, que aumentou 2,07% em 2004. O desempenho só não é melhor porque essas espécies nacionais são capturadas apenas por embarcações estrangeiras, que têm autorização para explorar a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) brasileira, faixa entre 12 e 200 milhas marítimas (cerca de 22 a 370 quilômetros) além da costa brasileira. Basicamente artesanal, a pesca no Brasil sempre foi uma atividade marcada pela informalidade. O país não possui barcos apropriados para pesca em águas profundas, onde são encontradas as espécies valiosas. A exploração do caranguejo de profundidade, por exemplo, requer uma série de cuidados. Os animais capturados são limpos e embalados na linha de montagem dos navios-fábrica. Um barco desses pode processar mais de 100 toneladas de pescado.

Só nos últimos cinco anos o Brasil passou a controlar melhor essa exploração estrangeira. Hoje, cerca de 60 barcos estrangeiros arrendados estão em atividade na costa brasileira. Desde 2000, as embarcações devem contar com dois terços dos tripulantes brasileiros, além de um observador de bordo. "Essas medidas estão servindo para capacitar a mão-de-obra nacional", destaca o ministro da Pesca, José Fritsch. "O setor pesqueiro sempre foi abandonado e a questão do arrendamento era um horror. Hoje
acompanhamos este trabalho em nossas águas e temos a consciência do que está sendo capturado aqui", diz. O aquecimento do setor fez com que empresas brasileiras começassem a investir na construção de embarcações nacionais, que vão substituir as estrangeiras, como acontece em Itajaí, no litoral de Santa Catarina, onde empresários se uniram para a construção de barcos de pesca.

O tamboril é uma das iguarias mais apreciadas na Europa. As pesquisas e o acompanhamento das novas espécies capturadas só foram possíveis após a exigência da presença de um observador de bordo brasileiro nas embarcações estrangeiras. Essa obrigatoriedade surgiu em julho de 2000, quando foi firmado convênio entre universidades e governo federal. São pesquisadores das universidades Federal Rural de Pernambuco e do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. "Passamos a realizar estudos e conhecer as espécies com alto valor comercial que temos por aqui e só estrangeiros
exploravam", diz o oceanógrafo Roberto Walrich, coordenador do programa em Santa Catarina. Os estudos desmontam a idéia de que o mar brasileiro, de águas tropicais, é pobre em espécies internacionalmente valorizadas.

Com os dados recolhidos nos últimos anos, os pesquisadores estão estabelecendo como deve ser feita a captura dessas espécies descobertas em águas brasileiras para que a pesca excessiva não provoque um colapso dos valiosos cardumes. São orientações como as de 2002, que limitaram o desembarque de peixe-sapo em 2.500 toneladas e permitiram a pesca somente dos indivíduos com mais de 50 centímetros. Podem evitar o que ocorreu com o próprio peixe-sapo na Europa ou com o camarão-carabineiro na África do Sul. O Fundo das Nações Unidas para a Agricultura (FAO) advertiu no início deste mês que a atividade pesqueira no mundo está sobrecarregada. Por causa desse esgotamento de recursos, desde a década de 80 o volume de pescado em todo o mundo estacionou entre 85 milhões e 95 milhões de toneladas por ano. Isso apesar do crescimento numérico e da evolução tecnológica da frota pesqueira internacional. Uma das regiões mais críticas é a do Oceano Atlântico. No Hemisfério Norte, entre a América e a Europa, os vastos cardumes de bacalhau, atum e haddock estão cada vez menores. Agora só falta o governo brasileiro seguir as recomendações dos cientistas para que o mesmo não aconteça no litoral do país.

Espécies descobertas

Lophius gastrophysus (peixe-sapo, tamboril, rape, pirandeira e recaimão)

Valor: R$ 26 a R$ 30 o quilo

Principais mercados: Japão, Coréia do Sul, França, Portugal, Suíça e Espanha Atualmente uma das mais valorizadas es- pécies encontradas em águas brasileiras. É pescado do norte do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul

Chaceon ramosae (caranguejo-real) e seu primo Chaceon notialis (caranguejo-vermelho)

Valor: R$ 40 a R$ 70 o quilo

Principais mercados: Europa e EUA Começou a ser capturado no Brasil em 1998. A produção nacional de uma das espécies, caranguejo-vermelho, já atingiu 1.200 toneladas, o dobro do estimado inicialmente

Illex argentinus (calamar argentino)

Valor: R$ 10 a R$ 15 o quilo

Principal mercado: Espanha - É uma espécie de lula de grandes proporções. A exploração comercial iniciou-se a partir do ano 2000, após o registro de elevadas taxas de captura

Aristaeopsis edwardsiana (camarão-carabineiro, ou camarão de profundidade)

Valor: R$ 45 a R$ 60 o quilo

Principal mercado: Europa - Até 2002 ninguém imaginava que a espécie podia ser capturada no mar do Brasil. Custa caro nos mercados de pescados da Península Ibérica

Fabricio Escandiuzzi - de Florianópolis

Fonte: Revista Época - Edição nº 358 de 28-03-2005 - Ciência
Notícia recebida por e-mail no dia 18 de Abril

18 de abr de 2005

Ensino Superior

Modelo heterodoxo
18/04/2005

Por Fabrício Marques

Revista Pesquisa FAPESP - Para que serve a universidade? O rascunho do anteprojeto da Lei de Educação Superior que o governo federal apresentou ao país dá uma resposta pouco ortodoxa a esta pergunta.

O texto, submetido a intenso debate nos meses de fevereiro e março, é lacônico quando trata de atribuições intrínsecas das instituições de ensino superior, como a pesquisa e a produção de conhecimento, mas se debruça, ao longo de cem artigos, sobre conceitos como responsabilidade social (prestação de serviços à comunidade e controle externo das atividades acadêmicas), gestão democrática (participação de estudantes, funcionários e professores na escolha de dirigentes) e reserva de vagas para alunos de escolas públicas. A proposta provocou reações enérgicas.

No rol dos entusiastas, destacaram-se os dirigentes de universidades federais. Explica-se: o projeto alivia o torniquete orçamentário a que elas foram submetidas nos últimos anos. Segundo dados da Associação Nacional de Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), no período de 1995 a 2001, as 54 instituições federais perderam 24% dos recursos para custeio (água, luz, telefone, compra de materiais) e 77% de recursos para investir em salas de aula, laboratórios, computadores e acervo bibliográfico.

O projeto retira o peso das aposentadorias da folha de pagamento, garante um volume maior de recursos e concede autonomia financeira às instituições, embora não aponte de onde sairá o dinheiro extra ou indique de que forma os recursos serão repartidos entre as unidades.

Censuras ácidas vieram das universidades e faculdades particulares, submetidas a normas restritivas que, entre outros mecanismos de controle, limitam a participação dos mantenedores a 20% dos assentos no conselho superior das instituições - os demais 80% caberiam a representantes de professores, alunos, funcionários e comunidade.

Há um consenso de que as federais precisavam de socorro, assim como era esperada uma regulação mais rígida das particulares, após a extraordinária expansão do sistema na década de 1990. Mas a paixão com que esses dois tópicos foram tratados desviou a atenção do debate principal, que é o tipo de universidade proposto pelo Ministério da Educação (MEC).

A crítica principal ao anteprojeto é que a universidade brasileira é muito mais complexa do que supõe o arcabouço jurídico traçado pelo governo federal. "Se era para resolver o problema das federais, o MEC poderia ter apresentado um projeto de lei orgânica das universidades. Uma reforma universitária não é urgente e merecia uma reflexão muito maior", diz o reitor da Universidade de São Paulo (USP), Adolpho Melfi.

Clique aqui para ler o texto completo na edição 109 de Pesquisa FAPESP .

Para assinar a revista, clique aqui.

17 de abr de 2005

Conference: Selection in the ocean: evidence and evolutionary significance, Krakow, 15-20 August, 2005

INVITATION TO ESEB SYMPOSIUM (Krakow, 15-20 August, 2005)

We would like to call your attention to a symposium to be held at the ESEB meeting on SELECTION IN THE OCEAN : EVIDENCE AND EVOLUTIONARY SIGNIFICANCE.

The goal of this symposium is to discuss the role of selection in marine speciation and adaptive evolution, and the implications for the future persistence of species and populations under a scenario of
anthropogenically altered selection regimes. Compared to other organisms, marine species pose a special challenge, because they often exhibit huge population sizes and live in an environment with seemingly poorly defined dispersal barriers. We aim to present studies that utilize recent advances in genomics, statistics and concepts to study selection, fitness and ecological performance of marine organisms

We invite researchers attending the meeting to submit abstracts for the symposium.The registration fee of all speakers will be refunded thanks to support from the EU Network of Excellence "Marine Genomics Europe".

Invited speakers for the symposium are:
- Louis Bernatchez (Québec)
- Suzanne Edmands (Santa Cruz)
- Thorsten Reusch (Plön)
- Louis van de Zande (Groningen)

Abstracts should be submitted via the ESEB conference website at
http://www.eko.uj.edu.pl/eseb/reg/ before 30 April.

General information on the meeting is at http://www.eko.uj.edu.pl/eseb/

Questions about the symposium should be directed to the organisers:
- Filip Volckaert (K.U.Leuven, filip.volckaert@bio.kuleuven.ac.be) and
- Jeanine Olsen (U. Groningen, j.l.olsen@biol.rug.nl)

13 de abr de 2005

Lakes, Lagoons and Wetlands Conference (ECOLLAW)

Environmental Change in Lakes, Lagoons & Wetlands of the Southern
Mediterranean Region (ECOLLAW): 1st International Conference

4-7 January 2006, Cairo , Egypt

A four day conference on the Environmental Change in Lakes, Lagoons
and Wetlands of the Southern Mediterranean Region is to be held in
Cairo 4-7th January 2006. We warmly invite all those with an interest
and/or participatory role in the study and management of lakes,
lagoons and wetlands in the Southern Mediterranean region to attend
the conference and welcome your abstracts between April and July for
oral and poster presentations.

Themes will include:
1. Current status and environmental issues
2. Field monitoring and environmental assessment
3. Hydrology and climate
4. Remote sensing and GIS techniques
5. Modeling hydro-ecological dynamics
6. Water management: past, present and future
7. Managing water resources for people and for biodiversity

Abstracts should be submitted online by July 2005

In addition to the conference, this is a fantastic opportunity to
visit the ancient city of Cairo, see the world renowned Pyramids, the
Egyptian Museum, the Nile and plenty more!

For more details please visit the conference web site
http://www.geog.ucl.ac.uk/melmarina/ecollaw2006/

Or email info.ecollaw2006@geog.ucl.ac.uk

This conference is organised jointly between University College
London (UK) and the National Authority for Remote Sensing & Space
Sciences (NARSS), stemming from the EU-INCO funded project MELMARINA
(Monitoring & Modelling Coastal Lagoons: Making Management Tools for
Aquatic Resources in North Africa).

National Authority for Remote Sensing & Space Sciences, 23 Joseph
Brows Tito, El-Nozha El-Gedida P.O. Box 1564, Alf Maskan, Cairo, Egypt
Environmental Change Research Centre, Department of Geography,
University College London, 26 Bedford Way, London, WC1H 0AP, United
Kingdom

Arabian Coast 2005 - call for papers

1st International Conference on COASTAL ZONE MANAGEMENT AND
ENGINEERING In the Middle East

ARABIAN COAST 2005

www.arabiancoast.com

Dubai, United Arab Emirates,

27-29 November 2005

1st ANNOUNCEMENT AND CALL FOR PAPERS

Dear Colleagues,

The 1st International Conference on Coastal Management and Engineering
in Middle East "ARABIAN COAST 2005" will be held in Dubai, United Arab
Emirates in 27th - 29th November 2005. Given the ambitious pace of
development projects in the region, and most particularly in the Gulf,
this Conference is aimed at bringing together international
scientists, engineers and coastal managers to discuss the latest
achievements and developments of relevance to regional coastal
management and engineering. The meeting will also provide a platform
for discussion on coastal impact problems and remedial solutions, with
case studies of relevance to the region being strongly encouraged.
There will be a particular emphasis on building collaborative linkages
between agencies, programs and professionals working in the region.

An important feature of the Conference will be the presentation of
extended key note lecturers by several internationally renowned
experts on the main conference themes. These presentations will
provide an introduction and overview of the theme, in addition to
latest findings, making the Conference suitable for attendance by
experienced practitioners as well as delegates with only limited
knowledge in coastal science, engineering and management. See
www.arabiancoast.com for more details and updates.

KEY DATES

30th April 2005: Expressions of interest
15th June 2005 Abstracts due
1st August 2005 Notification of acceptance
27-29 November 2005 Conference
15th January 2006 Full papers due

Conference Themes

The Conference will cover the following Themes, with Case Studies
highly encouraged:

COASTAL ZONE MANAGEMENT AND ENVIRONMENT ? Development setback,
resource management, marine protected areas, Tourism and recreation
planning, Integrated environmental management, oil transport and
pollution, industrial activity, effluent discharges, water quality,
coral reefs, wetlands and estuaries, sustainability, environmental
economics, mariculture and artificial reefs

COASTAL DYNAMICS AND MONITORING ? Measurement and modeling of coastal
processes such as waves, currents, water levels, turbulence, sediment
transport and morphodynamics. Data management and analysis. Remote
sensing and GIS. Near shore oceanography and meteorology, extreme
events and novel measurement technologies (video imaging, LIDAR).

COASTAL STABILISATION AND WATERFRONT DEVELOPMENT ? Beach erosion,
management and nourishment, coastal and beach control structures, low
cost or innovative protection methods, construction techniques and
performance, waterfront developments (beach parks and artificial
beaches, islands and lagoons)

RISK MANAGEMENT ? Sea level rise, Strategic planning, flood, extreme
event statistics, storm and tsunami warning, forecasting and coastal
change, risk and uncertainty, decision making.

PORTS, HARBOURS AND MARINAS ? Management and planning, marine
transport, siltation, dredging and dredged material re-use, navigation
channels and safety, dry docks, optimization, wave-structure
interactions, breakwater design, testing and monitoring, wave
overtopping, coastal interactions, floating breakwaters, water
quality.

COASTAL LEGISLATION, PLANNING AND CO-OPERATION- Government policy,
funding, collaborative projects, technology transfer and capacity
building, training, integrated coastal zone management, international
co-operation and conventions, law enforcement, effects of coastal
hazards on land use planning.

CALL FOR PAPERS

Prospective authors are invited to submit papers dealing with the
conference subjects or related topics. Papers detailing case studies
are very much encouraged. Abstract submissions for ARABIAN COAST 2005
are due by 15 June 2005. Abstracts are limited to two pages
(including figures, tables, and references; 11pt or larger font) and
must be submitted in English. Abstracts should include the
affiliations and complete addresses (including e-mail) of all authors
(underline the name of the corresponding author). Abstracts may be
e-mailed to: papers@arabiancoast.com

or mailed to:

Scientific Committee Chair
ARABIAN COAST 2005
C/o Arabian Hydroinformatix FZ-LLC
P.O. BOX 502221
Knowledge Village
Dubai, United Arab Emirates

Authors will be notified of abstract acceptance by 1 August 2005.
Abstracts should be submitted in PDF format. Electronically submitted
abstracts will be acknowledged by e-mail within 2 weeks of receipt.
Please address any question regarding abstract submission to
papers@arabiancoast.com

www.arabiancoast.com

Gary Mocke
Coastal Management Section
Dubai Municipality
PO Box 67
Dubai, UAE

Marineu@dm.gov.ae
(+971 4) 206 4510 (tel)
(+971 4) 206 4588 (fax)

Resolução CONAMA determina redução de fósforo

Rios sem espumas - Resolução CONAMA determina redução de fósforo de
sabão e detergente

/13:14:00 h/ /4/5/2005/

Os fabricantes de sabões, detergentes em pó e demais saponáceos
terão três anos para reduzir em 1,5% a concentração de fósforo na
fórmula de seus produtos. A medida, aprovada no CONAMA - Conselho
Nacional de Meio Ambiente, no dia 29/03, visa reduzir a quantidade
dessa substância nos rios brasileiros, de uma média de 64 toneladas
por dia, para 46 toneladas por dia, para melhorar a qualidade da
água. Após três anos, a medida será reavaliada.
A iniciativa de propor uma resolução para regulamentar o uso do
fósforo nos detergentes em pó partiu do governo do estado de São
Paulo, por meio da Cetesb - Companhia de Tecnologia e Saneamento
Ambiental, em função dos problemas de poluição detectados nos
mananciais e rios paulistas, como o Tietê.
O fósforo limita os processos ecológicos. Em excesso, pode levar a
eutrofização, ou seja, provoca o enriquecimento da água com
nutrientes que favorecem a proliferação de algas tóxicas. Além de
servir de criadouros para vetores de doenças, dar gosto ruim e mudar
a coloração da água, essas plantas afetam turbinas, hélices de
motores e a navegação. "A resolução vai impedir que ocorram, por
exemplo, problemas como o que vimos em São Paulo, em 2003", disse o
diretor do Conama, Nilo Diniz, ao lembrar da espuma que se formou no
Rio Tietê e invadiu a cidade de Pirapora do Bom Jesus, em
decorrência da grande concentração de poluentes na água.
O fósforo, junto com o nitrogênio, encontrado nos agrotóxicos e nas
fezes, despejados sem tratamento nos rios pelos esgotos domésticos,
é um dos principais responsáveis pela poluição dos rios brasileiros.
A redução do fósforo nas fórmulas de sabões e detergentes em pó é um
primeiro passo, no sentido de minimizar os feitos dessa poluição.

A resolução aprovada no Conama foi avaliada nas câmaras técnicas de
Controle e Qualidade Ambiental e de Assuntos Jurídicos. Segundo Nilo
Diniz, "o grande avanço desta resolução reside no seu caráter
preventivo e na representatividade dos interesses de todos os
envolvidos".

A redução do fósforo foi discutida com representantes da indústria,
da sociedade, da comunidade científica, inclusive consultores
internacionais. "A própria indústria apresentou uma proposta,
avaliada pelo grupo de trabalho, das reduções que pudessem atender
às questões de qualidade ambiental e que fossem factíveis do ponto
de vista tecnológico e comercial", lembrou Nilo.

A resolução entra em vigor a partir da data de publicação no Diário
Oficial da União, o que deve acontecer nos próximos dias, depois de
concluída a redação final do texto. Caberá ao Ibama - Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
apurar os limites de concentração do fósforo, mediante apresentação
de relatórios fornecidos pelos fabricantes.
Fonte: MMA

12 de abr de 2005

ICCE 2006

30th International Conference on Coastal Engineering

September 3-8, 2006

Manchester Grand Hyatt San Diego

San Diego, California

www.ICCE2006.com

The 30th International Conference on Coastal Engineering is being
organized by the Local Organizing Committee under the auspices of the
Coastal Engineering Research Council (CERC) of the Coasts, Oceans,
Ports and Rivers Institute (COPRI) of the American Society of Civil
Engineers (ASCE). The Organizing Committee of ICCE 2006 invites you
to attend the 30th ICCE, which will be held in San Diego from
September 3-8, 2006. ICCE 2006 will continue the successful
conference series, which is the world's premier forum on coastal
engineering and related sciences.

ICCE 2006 will be held at the Manchester Grand Hyatt San Diego on the
waterfront at Seaport Village of San Diego Harbor. Restaurants,
hotels, shops and downtown San Diego are all within easy walking
distance. To be placed on our mailing list, please email your name,
company name, address, phone number, fax number and email address to
info@icce2006.com . If you would like a copy of Bulletin No. 2 please
indicate so in your email. Visit the ICCE 2006 website at
www.ICCE2006.com for additional information.

FINAL CALL FOR PAPERS

Prospective authors are invited to submit papers dealing with the
conference subjects or related topics. An author cannot be listed as
first author on more than one paper. Papers must be presented at the
conference to be included in the Proceedings published after the
conference. An author may only present one paper at the conference
unless they have received prior approval from the LOC to present an
additional paper due to special circumstances such as sickness or
travel problems for the original presenter, otherwise only one paper
will be published in the Proceedings per presenting author.

To submit abstracts to ICCE 2006, enter your abstract title, subject
and author information at the following web site:

http://web2000.wes.army.mil/chlconf/submit.htm

This web page will automatically provide you with an abstract number
when you submit your abstract information. Next, submit your abstract
by e-mail to ICCE@erdc.usace.army.mil in PDF format (1MB limit) with
the abstract number in the e-mail subject line. Abstracts must be in
English, maximum two pages, including figures, ta­bles and references.
The abstract should include ti­tles, af­filiations and complete
addresses, including fax and email, of all authors. Please underline
the name of the author to whom correspondence should be ad­dressed.
If authors do not have e-mail access, abstracts may be mailed to:
Dr. Jane McKee Smith

Coastal Engineering Research Council, ASCE

Engineer Research and Development Center

3909 Halls Ferry Road, HF-CS

Vicksburg, MS 39180-6199 USA

Facsimile copies will not be accepted.

Summaries must be received by Friday, July 15, 2005.

Authors will be notified of the status of their summaries by December
1, 2005. Accepted authors will receive instructions for preparing an
abstract for publication. The book of ab­stracts will be distributed
to delegates at the confer­ence.

Conference Subjects

Original papers are invited on theory, measurement, analysis, modeling
and practice for the following topics. Practical papers detailing the
design, construction and performance of case study coastal projects
are especially encouraged.

Ø Coastal Oceanography and Meteorology

Wave Characteristics, Wave Theories, Wave Transformation, Tides, Wave
Setup and Other Water Level Fluctuations

Ø Coastal Sediment Processes

Sediment Transport Processes, Coastal Erosion and Shoreline Changes

Ø Coastal Structures

Planning, Design, Construction, Performance and Maintenance

Ø Ports and Harbors

Dredging, Mooring, Harbor Resonance, Planning, Design, and Construction

Ø Coastal Environment

Coastal Pollution, Recreation, Water Quality, Wetlands and Estuaries

Ø Coastal Hazards and Flood Risk Management

Coastal Storms, Seismic and Tsunami Events, Impact of Climate Change,
Beach and Bluff Erosion, Wave Runup and Overtopping, Coastal Flooding,
Regional Coastal Observation Systems and Warning Systems

Ø Sustainable Coastal Development

Energy Development, Coastal Management, Navigation and Transportation


Ø Shore Protection

Beach Nourishment, Bypassing, Hard Structures and Hybrid Projects

40th European Marine Biology Symposium

Dear colleagues and friends,

This is a reminder that the deadline for submission of abstracts for the 40th European Marine Biology Symposium (Vienna, August 21 ­25, 2005) is approaching (April 15, 2005). If you wish to present an oral contribution or a poster about your work, please consult our web site ( http://www.promare.at/embs40 ) and use the online submission service.

In
addition to the main themes (see below) there will be Open Theme Sessions for both oral presentations and posters. You will be notified about acceptance of your contribution in time for early registration (deadline May 15, 2005). If you just want to come and join us, listen to talks, admiring the posters and enjoying the company of colleagues in the field, please register as early as possible using our online registration possibility. This helps us to plan for an enjoyable meeting for you. For your convenience we copy the relevant parts of the announcement into this mail:

The 40th European Marine Biology Symposium (EMBS) will be held in
Vienna from August 21 to 25, 2005 organized jointly by the Marine
Biology Section of the Institute of Ecology and Conservation Biology
(IECB), University of Vienna and ProMare: Association for the promotion of marine biology in Austria.

The themes will be

Remoteand inaccessible marine habitats: Papers are invited on studies dealing with marine environments which require an exceptional personal or technical effort, such as sea caves, wave swept shores, remote islands and seamounts, polar seas, continental slope and deep sea.

Advances in underwater observation and experimentation: Papers
are invited which report on the application of new approaches and techniques which allow to follow, document and manipulate processes in the natural environment, from the intertidal to the deep sea, including studies using SCUBA, submersibles, ROVs, landers or long-term-observatories. Purely technical papers will be considered only in exceptional cases.

The choice of topic is in recognition of the contributions of Rupert Riedl, eminent marine scientist, who will celebrate his 80th birthday in 2005. We hope that many of you will find time to join us in celebrating this date.

We are looking forward to seeing you in Vienna
Joerg Ott
(for the organizing committee)

6 de abr de 2005

12º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto

12º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto
06/04/2005

Agência FAPESP - O 12º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, que será realizado de 16 a 21 de abril, em Goiânia (GO), contará com a apresentação de mais de 600 trabalhos técnicos sobre as inovações do setor.

O evento é organizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Sociedade de Especialistas Latino-Americanos em Sensoriamento Remoto (Selper). Entre os assuntos em pauta, estão o uso de sensoriamento em agricultura, análise urbana, saúde pública, recursos minerais e desflorestamento da Amazônia.

A programação, que inclui cursos, workshops, mesas-redondas e sessões especiais, abordará ainda o Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers-2) e o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE).

Mais informações: www.ltid.inpe.br/sbsr2005.

II Congresso Brasileiro de Oceanografia ? CBO 2005

ES sediará o 2º Congresso
Brasileiro de Oceanografia

Texto: Oswaldo Ribeiro Jr
Oswaldo_Ribeiro Jr

Home-page do evento já está no ar, trazendo informações sobre inscrições, clima na região, hospedagem e eventos paralelos

Atenção oceanógrafos e profissionais da educação e do meio ambiente em todo o país: vem aí o II Congresso Brasileiro de Oceanografia ? CBO 2005. O evento, que acontece de 9 a 12 de outubro em Vitória, Espírito Santo, terá como tema ?Monitoramento ambiental: evoluindo estratégias e suas aplicações na gestão dos ambientes marinhos?. As inscrições já estão abertas e as datas limites para envio de trabalho e outras informações relativas ao congresso já podem ser conferidas na home-page www.aoceano.org.br/cbo2005.

O CBO 2005 é uma promoção da Associação Brasileira de Oceanografia (Aoceano) em conjunto com a Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo). Palestras, mini-cursos, workshops e feira técnico-científica compõem a programação que traz, também, a 17ª edição da Semana Nacional de Oceanografia, evento destinado e organizado especialmente para a troca de informações, experiências e integrações entre acadêmicos de todos os cursos de Oceanografia do país.

?Este evento pode ser considerado um dos mais importantes da América Latina em sua área?, comenta o presidente da Aoceano, oceanógrafo Fernando Luiz Diehl. Para ele, a presença de palestrantes brasileiros e estrangeiros de renome internacional, somado com a realização da já conceituada Feira Brasil Oceano, espaço onde empresas e instituições apresentam ao público suas atividades voltadas ao ambiente marinho e costeiro, colocam o CBO?2005 no patamar dos principais eventos internacionais de Oceanografia e áreas afins.

?Na primeira edição do CBO, que aconteceu no ano passado na cidade de Itajaí, Santa Catarina, tivemos a expressiva participação de mais de duas mil e quinhentas pessoas, entre profissionais, estudantes e representantes de empresas e instituições públicas e privadas, além do apoio e a participação de cerca de 50 colaboradores?, revela Diehl.

Monitoramento Ambiental

O tema deste ano do CBO 2005 pretende apresentar à sociedade e à comunidade científica tudo o que de mais atual se desenvolve nesta área em todas as regiões do país, desde ambientes costeiros e marinhos até ambientes transicionais, como manguezais, sistemas de dunas, lagunas costeiras etc.

?É consenso entre os profissionais da Oceanografia e áreas afins que as atividades de monitoramento ambiental, de qualquer natureza, carece por vezes de inter e transdisciplinaridade, ou seja, necessitam de um maior conhecimento e interação de estudos e de profissionais para se chegar a um resultado completo e de qualidade. Essa é a nossa proposta, promover essa interação?, destaca o presidente da Comissão Organizadora do CBO?2005, Marcelo Travassos.

Para tanto, o evento vai contar com a participação de especialistas ligados a instituições de ensino e pesquisa nacionais e estrangeiras, bem como profissionais atuantes em órgãos ambientais e setoriais, iniciativa privada, ONGs, entre outros.