Regulamentação da profissão de oceanógrafo será votada terça (20) pela Câmara dos Deputados
[Assessoria de Imprensa da AOCEANO]
Projeto de Lei 3491/93 está na pauta do Plenário. Se aprovado, o documento concretiza uma busca que já dura 29 anos por parte da AOCEANO e profissionais oceanógrafos de todo o País
O Projeto de Lei 3491/93, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de oceanógrafo, está prestes a ser votado pela Câmara dos Deputados, em Brasília. O Colégio de Líderes daquela Casa Legislativa aprovou o tema para a pauta de discussão da próxima terça-feira, 20 de maio, em resposta ao requerimento apresentado pelo líder do PDT na Câmara, deputado Vieira da Cunha, e pelo líder do PP, Mario Negromonte. Se aprovado, sem emendas, o documento seguirá para análise final do Senado Federal.
Se aprovado e com a posterior sanção presidencial, o documento concretiza uma busca que já dura 29 anos por parte dos profissionais oceanógrafos e da Associação Brasileira de Oceanografia (AOCEANO). Segundo o presidente nacional da AOCEANO, Fernando Luiz Diehl, a primeira tentativa de regulamentar a profissão data de 1979, quando a Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG) encaminhou projeto de lei ao Congresso Nacional, que acabou arquivado. De lá para cá, diversos encaminhamentos e estratégias políticas foram feitos pela AOCEANO à Câmara dos Deputados, Senado Federal e Executivo Federal.
Recentemente, a intervenção do ministro da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (SEAP), Altemir Gregolin, junto ao presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, com pedido de votação do projeto de lei deu o impulso que faltava à regulamentação da profissão de oceanógrafo no Brasil. A resposta de Chinaglia ao documento assinado por Gregolin explicitou que a inclusão da PL na pauta de votação da Câmara dependia apenas de um acordo entre as lideranças partidárias.
As manifestações políticas sobre o assunto tiveram seqüência ao longo do mês de fevereiro e março, com o pedido da deputada Ângela Amin (PP-SC) pelo retorno do projeto de lei ao plenário. A iniciativa foi endossada pelo líder do PP na Câmara, Mário Negromonte (PP-BA), que reforçou a solicitação a Chinaglia, e copiada pela deputada Sueli Vidigal. Um ofício encaminhado pela Diretoria Nacional da AOCEANO ao ministro da Pesca não só agradeceu o apoio político junto à presidência da Câmara, como solicitou a intercedência para colocação do PL na pauta de votação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e posterior sanção do documento.
A análise e votação do projeto de lei que regulamenta a profissão de oceanógrafo ocorre no mesmo dia da abertura do Congresso Brasileiro de Oceanografia (CBO 2008) em Fortaleza, Ceará.
O Projeto de Lei 3491/93, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de oceanógrafo, está prestes a ser votado pela Câmara dos Deputados, em Brasília. O Colégio de Líderes daquela Casa Legislativa aprovou o tema para a pauta de discussão da próxima terça-feira, 20 de maio, em resposta ao requerimento apresentado pelo líder do PDT na Câmara, deputado Vieira da Cunha, e pelo líder do PP, Mario Negromonte. Se aprovado, sem emendas, o documento seguirá para análise final do Senado Federal.
Se aprovado e com a posterior sanção presidencial, o documento concretiza uma busca que já dura 29 anos por parte dos profissionais oceanógrafos e da Associação Brasileira de Oceanografia (AOCEANO). Segundo o presidente nacional da AOCEANO, Fernando Luiz Diehl, a primeira tentativa de regulamentar a profissão data de 1979, quando a Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG) encaminhou projeto de lei ao Congresso Nacional, que acabou arquivado. De lá para cá, diversos encaminhamentos e estratégias políticas foram feitos pela AOCEANO à Câmara dos Deputados, Senado Federal e Executivo Federal.
Recentemente, a intervenção do ministro da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (SEAP), Altemir Gregolin, junto ao presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, com pedido de votação do projeto de lei deu o impulso que faltava à regulamentação da profissão de oceanógrafo no Brasil. A resposta de Chinaglia ao documento assinado por Gregolin explicitou que a inclusão da PL na pauta de votação da Câmara dependia apenas de um acordo entre as lideranças partidárias.
As manifestações políticas sobre o assunto tiveram seqüência ao longo do mês de fevereiro e março, com o pedido da deputada Ângela Amin (PP-SC) pelo retorno do projeto de lei ao plenário. A iniciativa foi endossada pelo líder do PP na Câmara, Mário Negromonte (PP-BA), que reforçou a solicitação a Chinaglia, e copiada pela deputada Sueli Vidigal. Um ofício encaminhado pela Diretoria Nacional da AOCEANO ao ministro da Pesca não só agradeceu o apoio político junto à presidência da Câmara, como solicitou a intercedência para colocação do PL na pauta de votação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e posterior sanção do documento.
A análise e votação do projeto de lei que regulamenta a profissão de oceanógrafo ocorre no mesmo dia da abertura do Congresso Brasileiro de Oceanografia (CBO 2008) em Fortaleza, Ceará.
País já tem 13 cursos de Oceanografia
O Brasil passará a contar em 2009 com mais um curso superior de Oceanografia. A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) acaba de anuncar a abertura de vagas para o próximo vestibular. Com este, serão 13 as faculdades de Oceanografia no País.
Santa Catarina conta com dois cursos superiores, o mais recente implantado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e anunciado oficialmente durante o XII Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar (COLACMAR), realizado pela AOCEANO e a Associação Latino-Americana de Investigadores em Ciências do Mar (ALICMAR), em abril de 2007. O índice candidato/vaga ficou em 21.10, o segundo maior da universidade, só perdendo para Medicina (40.75).
Na Universidade Federal do Ceará (UFC), que acaba de implantar sua primeira turma de Oceanografia, o índice de procura foi de 22 candidatos por vaga. No Brasil, o estudo sistemático da Oceanografia teve início com a criação do Instituto Paulista de Oceanografia em 1946, que passaria pouco depois para a Universidade de São Paulo com o nome de Instituto Oceanográfico. Desde essa época, diversos núcleos de pesquisa oceanográfica foram criados, sendo hoje raras as instituições de ensino superior brasileiras localizadas na região litorânea que não desenvolvam algum tipo de ações voltadas para o mar.
A partir da década de 1970, teve início a implantação dos cursos de graduação em Oceanografia no Brasil. O primeiro foi fundado em 1971 pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG). O interesse por essa ciência e a demanda pelo profissional oceanógrafo estimulou a criação de novos cursos de graduação em Oceanografia por outros nove estados brasileiros.
Para entrevistas e outras informações: Fernando Luiz Diehl, presidente da AOCEANO – (47) 9983-6737 ou 8805-4691
Assessoria de Imprensa da AOCEANO
Luciana Zonta (Mtb JP 01317 SC)
(47) 8415-5407
Santa Catarina conta com dois cursos superiores, o mais recente implantado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e anunciado oficialmente durante o XII Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar (COLACMAR), realizado pela AOCEANO e a Associação Latino-Americana de Investigadores em Ciências do Mar (ALICMAR), em abril de 2007. O índice candidato/vaga ficou em 21.10, o segundo maior da universidade, só perdendo para Medicina (40.75).
Na Universidade Federal do Ceará (UFC), que acaba de implantar sua primeira turma de Oceanografia, o índice de procura foi de 22 candidatos por vaga. No Brasil, o estudo sistemático da Oceanografia teve início com a criação do Instituto Paulista de Oceanografia em 1946, que passaria pouco depois para a Universidade de São Paulo com o nome de Instituto Oceanográfico. Desde essa época, diversos núcleos de pesquisa oceanográfica foram criados, sendo hoje raras as instituições de ensino superior brasileiras localizadas na região litorânea que não desenvolvam algum tipo de ações voltadas para o mar.
A partir da década de 1970, teve início a implantação dos cursos de graduação em Oceanografia no Brasil. O primeiro foi fundado em 1971 pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG). O interesse por essa ciência e a demanda pelo profissional oceanógrafo estimulou a criação de novos cursos de graduação em Oceanografia por outros nove estados brasileiros.
Para entrevistas e outras informações: Fernando Luiz Diehl, presidente da AOCEANO – (47) 9983-6737 ou 8805-4691
Assessoria de Imprensa da AOCEANO
Luciana Zonta (Mtb JP 01317 SC)
(47) 8415-5407








1 comentários:
Que bom, apenas que bom, pois
a resposta desta votação que vai
decidir se 29 anos de luta valem a
pena enquanto isso resta esperar.
Regulamentação Jah...
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