O Fim da Linha - Como prevenir o fim do pescado até 2048?
Imagine um oceano sem peixes. Imagine suas refeições sem frutos do mar. Imagine as conseqüências globais. Este será nosso futuro, se não pararmos para pensar e agir.
The End of the Line, um documentário revelando o impacto da pesca excessiva sobre os nossos oceanos, estreiou mundialmente no Festival de Cinema de Sundance em Park City, Utah (Estados Unidos), em 15-25 de Janeiro de 2009.
No filme podemos ver em primeira mão os efeitos devastadores da sobrepesca sobre o ecossistema marinho.
O estudo analisa a iminente extinção do atum "bluefin", provocada pela crescente demanda ocidental por sushi, o impacto sobre a vida marinha, resultando em uma superpopulação de água-vivas, e as profundas implicações de um mundo futuro sem peixe que resultaria em fome em massa.
Filmado durante dois anos, The End of the Line segue o repórter investigativo Charles Clover como ele enfrenta os políticos e donos de restaurantes famosos, que exibem pouca preocupação com os danos que estão fazendo para os oceanos.
Filmado em todo o mundo - desde o estreito de Gibraltar até à costa do Senegal e do Alasca para o mercado de peixe de Tóquio - The End of the Line é um despertar para o mundo, apresentando entrevistas com os melhores cientistas da área, pescadores locais e funcionários de agências reguladoras de pesca.
O fim do pescado até 2048
Cientistas prevêem que, se continuarmos a pesca como estamos agora, vamos ver o fim da maior parte do pescado até 2048.
O filme estabelece a responsabilidade diretamente aos consumidores que inocentemente compram peixes ameaçados de extinção, aos políticos que ignoram os conselhos dos cientistas, aos pescadores que quebram as quotas de pesca de forma ilegal, e à indústria pesqueira mundial que é lenta para reagir a este desastre iminente.
The End of the Line aponta para soluções que são simples e factíveis, mas a vontade política e o ativismo são cruciais para resolver este problema internacional.
Precisamos controlar a pesca, reduzindo o número de barcos de pesca em todo o mundo, proteger grandes áreas do oceano através de uma rede de reservas marinhas fora dos limites da pesca, e educar os consumidores para comprarem peixes pescados/produzidos de forma sustentável através de certificação independentemente.
Visite o site oficial do filme AQUI:
http://endoftheline.com
ATENÇÃO: Este filme não têm título oficial no Brasil - por favor não confundir com o (recomendado) filme de Gustavo Steinberg.








E pra vcs verem os ambiemtalistas batem duro contra a carcinicultura criação de camarão em cativeiro a aquicultura e a saida para barrar este desastre iminente
ResponderExcluirO Greenpeace a pouco tempo atras veio ate o nordeste e vez varias reuniões com donos de restaurantes locais com um discurso para não comprarem camarão de cativeiro pois tem alguns viveiros que foram feitos dentro de mangue repito alguns poucos viveiros que eram viveiros de peixes coisa de 20 anos atras que realmente foram feitosd dentro de mangues sim pois nessa epoca nao tinha legislação para impedirem de serem feitos mas hoje os novos projetos são todos feitos com recuo do manguesal
por esse motivo pagamos pelos outros eles teviam bater duro nessas fazendas irregulares que são poucas e não a todos quem esta dentro da lei eles deveriam respeitar pois so queremos trabalhar gerar emprego e tentarmos diminuir a pressão sobre4 a pesca volto aa falar a aquicultura e o futuro para não vermos em 2048 oceanos e rios sem peixes e frutos do mar
esse e meu depoimento
Sr.Anonimo assino assim para não ser mais castigados do que estou sendo por esses ecoxiitas
Fortaleza (CE), Brasil — Evento realizado a bordo do Arctic Sunrise também apresentou dados sobre os problemas sociais relacionados à carcinicultura no Ceará. Navio do Greenpeace e a expedição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora segue nesta terça-feira para Recife (PE).
ResponderExcluirO consumo de camarão numa cidade como Fortaleza é típico de uma cidade praiana, de muito sol. As porções e pratos feitos com o crustáceos estão em praticamente todos os restaurantes e bares da capital cearense, para deleite dos milhares de turistas que visitam a cidade todos os anos. Mas o que esses turistas não sabem - e muitos dos donos de restaurantes também não - é que o camarão servido, quase todo produzido em fazendas de criação, tem grande impacto ambiental na região, causando inúmeros problemas aos manguezais e às comunidades pesqueiras. A carcinicultura (nome técnico da criação de camarão) é hoje um dos grandes problemas ambientais do Ceará.
O Greenpeace em parceria com organizações cearenses como o Fórum em Defesa da Zona Costeira do Ceará (FDZCC), Instituto Terramar e Aquasis, promoveu nesta segunda-feira um evento a bordo do navio Arctic Sunrise para revelar os problemas ambientais causados pelo cultivo de camarão em Fortaleza. O evento foi o último da expedição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora em Fortaleza. O navio Arctic Sunrise agora segue para Recife. Confira as datas aqui.
Centenas de donos de restaurantes e supermercados foram convidados para o evento, para discutir o assunto e pensar nas soluções viáveis para recuperar os estoques de camarão do mar e evitar que a atividade da carcinicultura continue destruindo os manguezais cearenses e também a atividade de comunidades pesqueiras. Apenas vinte deles confirmaram presença e apenas quatro compareceram ao evento, que começou às 9 horas da manhã com apresentação de um grupo musical de crianças, com canções ambientais, visitação ao Arctic Sunrise e, por fim, exposição de especialistas sobre os problemas da carcinicultura.
e pra vcs verem eles vem com um super navio que consome e gera muitaaaaaa poluição porque não andam a vela ou a remo se o lema é Salvar o Planeta. É Agora ou Agora
sem falar no sucesso que foi o evento apenas 4 donos de restaurante compareceram rsrsrsrsr
ANONIMO