Redução de geleiras promovem blooms de fitoplâncton e aceleram a remoção de carbono atmosférico
Cientistas vêm observando o desenvolvimento de blooms de fitoplâncton em áreas de mar aberto recentemente expostas pelo rápido derretimento das calotas polares e de geleiras ao redor da Península Antártica. De acordo com os pesquisadores, estes blooms de fitoplâncton têm um impacto benéfico sobre o clima global com a retirada de gás carbônico da atmosfera -- com a morte do fitoplâncton, as células afundam para o fundo do mar, podendo armazenar carbono por milhares ou milhões de anos.
Em um recente artigo publicado na revista Global Change Biology, o Dr. Lloyd Peck e outros cientistas do British Antarctic Survey (BAS) estimam que este processo natural contribui para a remoção de cerca de 3,5 milhões de toneladas de carbono da atmosfera para os oceanos a cada ano.
Os autores do artigo compararam registros de recuo de glaciares costeiros com registros da quantidade de clorofila no oceano. Eles descobriram que, nos últimos 50 anos, o degelo expôs uma área de pelo menos 24.000 km2 que têm sido colonizada por fitoplâncton. Segundo os autores, este bloom de fitoplâncton é o segundo maior processo natural que contribui contra as mudanças climáticas globais até agora descobertos (o maior é o crescimento de novas florestas em terras do Ártico).
Leia a notícia original AQUI.
Leia o artigo publicado na Global Change Biology:
PECK LS, BARNES DKA, COOK AJ, FLEMING AH, CLARKE A (2009) Negative feedback in the cold: ice retreat produces new carbon sinks in Antarctica. Global Change Biology. Doi: 10.1111/j.1365-2486.2009.02071.x
Em um recente artigo publicado na revista Global Change Biology, o Dr. Lloyd Peck e outros cientistas do British Antarctic Survey (BAS) estimam que este processo natural contribui para a remoção de cerca de 3,5 milhões de toneladas de carbono da atmosfera para os oceanos a cada ano.
Os autores do artigo compararam registros de recuo de glaciares costeiros com registros da quantidade de clorofila no oceano. Eles descobriram que, nos últimos 50 anos, o degelo expôs uma área de pelo menos 24.000 km2 que têm sido colonizada por fitoplâncton. Segundo os autores, este bloom de fitoplâncton é o segundo maior processo natural que contribui contra as mudanças climáticas globais até agora descobertos (o maior é o crescimento de novas florestas em terras do Ártico).
Leia a notícia original AQUI.
Leia o artigo publicado na Global Change Biology:
PECK LS, BARNES DKA, COOK AJ, FLEMING AH, CLARKE A (2009) Negative feedback in the cold: ice retreat produces new carbon sinks in Antarctica. Global Change Biology. Doi: 10.1111/j.1365-2486.2009.02071.x









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