31 Dezembro 2009
21 Dezembro 2009
Pequeno aumento do gás carbônico atmosférico pode ter efeitos drásticos no clima global
No início do Plioceno (três a cinco milhões de anos atrás) as temperaturas globais eram cerca de 3—4°C mais altas do que hoje em latitudes mais baixas, e até 10°C mais quente perto dos pólos. Simulações climáticas e reconstruções deste período geológico relativamente recente podem ajudar a limitar magnitudes realistas de aquecimento futuro. Sob os cenários de efeito de estufa comumente considerados atualmente, concentrações de dióxido de carbono atmosférico de 500—600 ppmv — aproximadamente o dobro do nível pré-industrial — seriam necessárias para produzir o clima do Plioceno. Escrevendo na revista Nature Geoscience, Pagani et al. e Lunt et al. sugerem que o início do Plioceno quente teve concentrações de dióxido de carbono muito mais baixas na atmosfera, o que teria implicações potencialmente devastadoras para o futuro a longo prazo do planeta.
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21.12.09
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17 Dezembro 2009
Guia de boas práticas para medições de CO2 nos oceanos
Este guia foi originalmente elaborado com a participação de uma equipe formada pela U.S. Department of Energy (DOE) para realizar o primeiro levantamento global de dióxido de carbono nos oceanos (DOE. 1994. Handbook of methods for the analysis of the various parameters of the carbon dioxide system in sea water; version 2, A.G. Dickson and C. Goyet, Eds. ORNL/CDIAC-74).
O manual foi atualizado várias vezes desde então, ea versão atual contém o mais as informações atualizadas sobre a química de CO2 na água do mar e sobre a metodologia de determinação dos parâmetros do sistema de carbono.
Esta revisão foi possível graças ao apoio do North Pacific Marine Science Organization (PICES), Scientific Committee on Ocean Research (SCOR), Intergovernmental Oceanographic Committee (IOC) e DOE através do Carbon Dioxide Information and Analysis Center (CDIAC).
Baixe gratuitamente o manual completo AQUI.
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17.12.09
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11 Dezembro 2009
Efeito da crise econômica de 2008-2009 sobre os preços de assinaturas de revistas científicas
Um estudo publicado pela AllenPress indica que o aumento do preço médio de revistas científicas em 2009 foi menor que no ano anterior. A média anual de aumento dos preços de assinaturas de revistas científicas publicadas nos EUA é de 7.4%, e o aumento do preço em 2008-2009 foi de 6.1%. Uma das razões indicadas por este estudo para esta redução foi a crise econômica de 2008-2009. Um outro estudo publicado pela University College London mostrou que a crise econômica de 2008-2009 afetou bibliotecas no mundo inteiro.
Fonte: 2009 Study of Subscription Prices for Scholarly Society Journals
| Disciplina | Preço Médio 2009 | % Variação 08-09 | % Variação 07-08 |
| Agricultura | $286.00 | 14.40% | 11.10% |
| Biologia | $472.07 | 8.80% | 0.50% |
| Botanica | $225.67 | 9.00% | 8.00% |
| Química | $2,021.00 | 7.60% | 8.50% |
| Ciência Geral | $361.36 | 3.90% | 5.70% |
| Geografia | $128.00 | 4.90% | 5.20% |
| Geologia | $707.54 | -16.30% | 21.30% |
| Física | $276.00 | -2.60% | 10.20% |
| Tecnologia | $1,218.00 | 10.80% | -9.30% |
| Zoologia | $358.93 | 6.10% | 14.30% |
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08 Dezembro 2009
Golfinhos ameaçados se refugiam na fronteira com o Uruguai
Fonte: Guacira Merlin para o Globo Reporter
[...] Na Região Sul, noventa botos nadam nas águas perto dos molhes que ligam a lagoa dos patos ao mar. Desde a década de 1970 eles despertam o interesse dos pesquisadores do Museu Oceanográfico de Rio Grande.
"O objetivo principal da pesquisa é monitorar, a longo prazo, essa população, ou seja, saber até que ponto essa população está ameaçada ou não pela ação humana", explica o biólogo Pedro Fruet.
[...] Até o início deste século não havia riscos graves à sobrevivência desses animais. Então, eles começaram a aparecer mortos nas praias, em número cada vez maior. Foram 37 em apenas três anos. Três vezes mais do que acontecia antes.
"O número de redes de pesca aumentou muito, assim como o tamanho das redes. Então, os botos acabam caindo nas redes acidentalmente. Logicamente, os pescadores não querem matá-los, mas eles acabam morrendo por asfixia. Se pudéssemos sugerir alguma estratégia de conservação, simplesmente sugeriríamos que a pesca não acontecesse no primeiro quilômetro, desde a praia em direção ao mar", explica Pedro.
Um dos bichos avistados traz as marcas do encontro com os pescadores. "Ele ainda está com a rede malhada no corpo e a nadadeira está sendo cortada pelo náilon. Ele vai perder a nadadeira dorsal. Esperamos que continue vivo, mas a gente não sabe o que vai acontecer", diz o biólogo.
[...] As imagens de golfinhos mergulhando no litoral das Américas – como as registradas pelos pesquisadores brasileiros – são um bom presságio. Quem estuda o animal afirma: ele é um sentinela das águas. Enquanto estiver presente, há esperanças de se manter o equilíbrio entre o homem e a vida marinha.
Leia a reportagem completa AQUI.
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8.12.09
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07 Dezembro 2009
Pagar por Acesso Aberto? Fluxos Institucionais de financiamento e encargos de publicações de Acesso Aberto
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03 Dezembro 2009
Carbono Azul - O papel dos oceanos na remoção do carbono da atmosfera
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