Pesquisa mostra que o Ártico pode ser mais sensível ao aquecimento global do que se pensava
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30.6.10
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Tema: Artigos, Meio ambiente, Mudanças Climáticas Links para este artigo
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29.6.10
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A American Society of Limnology and Oceanography, responsável pela publicação do jornal Limnology & Oceanography, publicou seu primeiro e-book online. O livro "Manual de Ecologia Viral Aquática" (MAVE, sig;a em inglês) foi editado por Steven Wilhelm, Weinbauer Markus e Suttle Curtis. O livro contém 19 capítulos refletindo o estado-da-arte e opiniões sobre diferentes abordagens para o estudo da ecologia viral em sistemas aquáticos. Os temas abordados no livro vão desde a contagem de vírus até técnicas moleculares para o estudo de populações e comunidades de vírus. O conteúdo deste e-book foi escolhido em consulta com o grupo de trabalho sobre vírus marinhos do Scientific Committee for Oceanographic Research, e a publicação apoiada pela Gordon and Betty Moore Foundation.
Para baixar o livro gratúito, clique no link abaixo:
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28.6.10
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23.6.10
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Fonte: ASCOM MMA 22/06/2010 (Divulgação por email)
Para celebrar o Ano Internacional da Biodiversidade, a gerência de Biodiversidade Aquática e Recursos Pesqueiros do MMA organizou uma exposição focada na diversidade biológica aquática das zonas costeiras do País.
A mostra é composta por 10 painéis que abordam a riqueza dos ecossistemas marinhos, a diversidade marinha brasileira, pesquisas, campanhas e programas desenvolvidos pela gerência. A exposição fez parte da Conferência Juvenil " Vamos Cuidar do Planeta", realizada na Semana do Meio Ambiente no Distrito Federal, e agora está em cartaz no IESB (613/14 sul). A visitação é aberta ao público em geral e a entrada é gratuita.
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21.6.10
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Neste sábado, 19 de junho, o Globo Universidade, exibido às 7h15, participa de uma expedição científica pela costa sul do Brasil com professores e alunos do Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). O repórter André Curvello embarca no navio de pesquisas Atlântico Sul para conhecer estudos sobre as condições marítimas e a fauna da região, que ajudam a traçar políticas de exploração sustentável e de preservação ambiental. O programa é exibido na TV Globo no sábado, às 7h15, e reprisado no mesmo dia na Globo News, às 13h05. No Canal Futura, as reprises vão ao ar no sábado, às 13h30, na quarta-feira, às 15h10, e na quinta-feira, às 3h. As edições também estão disponíveis na íntegra aqui no site.
Para assistir ao Vídeo Clique no link abaixo:
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20.6.10
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16.6.10
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Fonte: Porto de Rio Grande
Projeto inédito utilizará lama retirada pelas dragagens para gerar energia elétrica e produzir material que poderá ser usado na construção civil.
A idéia pioneira de gerar energia a partir da lama retirada dos canais de acesso ao porto rio-grandino faz parte do projeto “Bioconversão dos Sedimentos de Dragagem do Porto do Rio Grande em Energia Elétrica”. O trabalho, que está sendo desenvolvido pelos pesquisadores e professores Christiane Saraiva Ogrodowski e Fabrício Santana, é vinculado ao Laboratório de Controle de Poluição da Escola de Química e Alimentos (EQA) da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e conta com o apoio da Superintendência do Porto do Rio Grande e do Governo do Estado Rio Grande do Sul. O projeto foi apresentado a imprensa nesta quarta-feira (05), às 10h, na Superintendência do Porto do Rio Grande.
Conforme Santana, o projeto terá duração de três anos, sendo no primeiro ano desenvolvido em laboratório. Já nos outros dois anos restantes ele ganhará uma planta piloto, em uma área no Porto Novo do Rio Grande. De acordo com o projeto, o processo inicia com a captação do material dragado nos canais de acesso ao porto. Posteriormente ele é descarregado em um píer adaptado e armazenado. Com o auxílio de um hidrociclone é separado o material inerte, sendo aproveitado o material orgânico (doador de elétrons), que recebe eletrodos que captam os elétrons, produzindo eletricidade. A idéia pioneira, em usar o material de dragagem para gerar energia elétrica, deve-se ao sedimento marinho conter grandes quantidades de ferro e enxofre.
Além da produção de energia elétrica o resultado do processo gerará um sedimento limpo (areia), que poderá ser usado na construção civil e em aterros. Hoje o sedimento da dragagem não pode ser utilizado para esse fim por conter grandes quantidades de material orgânico.
Os pesquisadores do projeto explicam que as pesquisas mundiais de aproveitamento de sedimento marinho são realizadas em escala de laboratório e dizem respeito à retirada dos sedimentos do fundo do mar. O diferencial da proposta rio-grandina é o aproveitamento de material já retirado, oferecendo solução para um problema de esfera mundial: a destinação do material dragado.
Potencial econômico:
Considerando os volumes estimados das dragagens de manutenção do porto rio-grandino por um prazo de cinco anos, que pode chegar a 6,5 milhões de metros cúbicos de sedimento, foi estabelecido o potencial econômico do projeto. Com base nesse volume e período foi verificado que o material dragado possui entre 0,1 a 4% de matéria orgânica. No cenário menos otimista pode-se gerar com 0,1% de material orgânico 14 MW/h de energia elétrica, que corresponderia ao valor de R$ 77 milhões, o que cobriria os custos de dragagem. Já no cenário mais otimista poderia gerar-se 580 MWh de energia elétrica, o que equivale a uma usina termoelétrica, obtendo R$ 6,2 bilhões.
O projeto foi aprovado em primeiro lugar no Termo de Referência TR01/2010, do Projeto Estruturante Pólo Tecnológico Estadual da Secretaria da Ciência e Tecnologia do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, que financiará R$ 300 mil em recursos, com contrapartida de R$ 60 mil do Porto do Rio Grande, além do custo estimado em R$ 640 mil pela FURG com o trabalho dos pesquisadores. A expectativa é de iniciar os trabalhos num espaço de três a quatro meses, período estimado pelos professores entre a assinatura do convênio com a Secretaria e o repasse dos recursos.
Leia a notícia original AQUI, e também no site da FURG.
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14.6.10
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13.6.10
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11.6.10
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7.6.10
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Assista abaixo ao vivo o vídeo do ROV que a BP utiliza para monitorar o vazamento no Golfo do México.
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3.6.10
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O Livro "Guia Ilustrado: Biodiversidade do Litoral do Piauí", cujo lançamento ocorreu no Congresso Brasileiro de Oceanografia, pode ser adquirido no site do Oceanólogo Daniel Loebmann.
Veja algumas partes deste livro sobre uma das regiões menos estudadas do litoral brasileiro abaixo:
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Luiz Felipe
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2.6.10
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