29 de fev de 2012

New Global Partnership to Bring Powerful Forces Together for Healthy Oceans


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The World Bank issued an SOS Friday on the state of the world's oceans and announced the formation of a powerful coalition to confront the ocean's growing number of overexploited fisheries, more than 400 "dead zones" where most marine life cannot survive, and the loss of important ecosystems to coastal development.

In a speech – "A New S-O-S: Save Our Seas"-- at the World Oceans Summit in Singapore, World Bank President Robert Zoellick said the new Global Partnership for Oceans would tap the experience and knowledge of multiple organizations, and leverage financing, projects, and programs in developing countries to better manage the ocean and its resources.

"The world's oceans are in danger, and the enormity of the challenge is bigger than one country or organization," said Robert Zoellick, president of the World Bank Group, one of the new coalition's partners.

"We need coordinated global action to restore our oceans to health. Together we'll build on the excellent work already being done to address the threats to oceans, identify workable solutions, and scale them up."

Zoellick said the partnership's goals would likely include: rebuilding at least half of the world's threatened fish stocks, more than doubling marine protected areas from 2% of the ocean's surface to at least 5%, increasing sustainable aquaculture to provide two-thirds of the world's fish (aquaculture today provides about 50% of seafood consumed by humans), and properly valuing ocean and coastal resources to enable better decision-making.

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World Bank Group President Robert B. Zoellick's Q&A Session at The Economist World Oceans Summit

Links

http://www.globalpartnershipforoceans.org

13 de fev de 2012

Nível do mar subiu 12 milímetros em 8 anos

Por ano, Terra perdeu 536 bi de t de gelo; nível do mar aumentou
FONTE: Folha de São Paulo

FONTE DA IMAGEM: Folha de São Paulo
As geleiras e áreas cobertas por gelo na Terra perderam 536 bilhões de toneladas por ano entre 2003 e 2010, o que resultou na elevação de 12 milímetros no nível médio do mar nesse período, segundo aponta um estudo feito por cientistas da Universidade do Colorado, nos EUA, e publicado ontem na edição on-line da revista “Nature”.

O volume derretido por ano equivale a aproximadamente o dobro da quantidade de água que existe no rio Amazonas e corresponde a cerca de 0,002% de toda a quantidade de gelo que se estima existir no mundo.

O estudo é o primeiro a analisar com precisão o volume global de derretimento de todas as massas geladas do planeta com área coberta por gelo superior a 100 km², incluindo regiões fora da Antártida e da Groenlândia que, por conterem mais de 90% do gelo do mundo, sempre foram privilegiadas.

O novo levantamento inclui locais como topos de cordilheiras, onde constatou-se que o derretimento segue um ritmo menor que o esperado.

O estudo foi feito a partir da análise de dados das sondas gêmeas Grace, da Nasa, que desde 2002 fazem o mapeamento da massa e da gravidade terrestre.

“Esses novos resultados vão nos ajudar a responder questões importantes sobre a elevação do mar e como as regiões geladas estão respondendo ao aquecimento”, disse o físico John Wahr, um dos líderes do estudo.

Para Paolo Alfredini, professor do departamento de engenharia hidráulica e ambiental da USP, a pesquisa traz dados concretos que são coerentes com o monitoramento do nível do mar feito em diversos pontos do Brasil.

Ele chama a atenção, no entanto, para o fato de que o estudo traz valores médios para todo o mundo, enquanto que algumas áreas são mais afetadas que outras pela elevação do mar. É o caso das áreas tropicais, como a costa brasileira.

“Nessas regiões, o aquecimento da água provoca sua dilatação, o que a faz ocupar um volume maior.”

Segundo Alfredini, a extrapolação do resultado para um prazo de cem anos, considerando esses fatores, permite estimar que algumas áreas do país vão ter elevação de até um metro do nível do mar.

Isso significaria, numa praia com declive suave como a da cidade de Santos, um avanço do mar de até cem metros sobre a costa.

“As informações da pesquisa são preocupantes. O aquecimento não é uma questão folclórica e o Brasil está atrasado no despertar para as consequências desse processo, que pode afetar grandes áreas do país e do mundo.” (Fonte: Thiago Fernandes/Folha.com)