7 de jun de 2012

OceanDB v2.0 - Leve o oceano no seu bolso



Acabou de ser lançado o aplicativo gratuito OceanDB v2.0 desenvolvido pela SALT ambiental para smartphones e tablets com sistema operacional Android. Este aplicativo possibilita a visualização de informações ambientais em modo gráfico, apresentando dados ambientais com resolução de grade de 1 e 5 graus. Disponível em português e inglês

Você escolha um ponto no oceano, em qualquer lugar do mundo, e este aplicativo mostrará perfis e diagramas climatológicos (média histórica) dos seguintes parâmetros oceanográficos:

  • Temperatura
  • Salinidade
  • Oxigênio dissolvido
  • Temperatura x Salinidade (Diagrama TS)
  • Densidade
  • Brunt-Väisälä
  • Fosfato
  • Nitrato
  • Silicato
  • Profundidade local
Este aplicativo oferece praticidade e eficiência na geração de gráficos, facilitando a compreensão e interpretação dos dados. As aplicações deste splicativo são bastante variadas, como a aquisição de informações ambientais para o planejamento de atividades de campo, laboratório, e monitoração e qualificação de dados.

Quem vai gostar deste aplicativo? Profissionais do mercado e pesquisadores que atuam nas diversas áreas do conhecimento que utilizem informações sobre o ambiente marinho, ou qualquer pessoa curiosa curiosa sobre os oceanos!

Na Próxima versão serão disponibilizados os parâmetros:
  • Utilização aparente de Oxigênio
  • Percentual de saturação de Oxigênio
  • Mapas horizontais
  • Seções verticais
Baixe e comece a usar o aplicativo hoje mesmo! Clique neste link:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.saltambiental.oceandb

Caso você goste, participe na aprimoração do aplicativo enviando comentários, críticas e sugestões para salt@saltambiental.com.br

3 de jun de 2012

Atum transporta material radioativo de Fukushima do Japão à Califórnia


Pesquisadores americanos observaram a bioacumulação e o transporte de material radioativo através do Atum do Pacífico através dos oceanos do Japão para a Califórnia nos Estados Unidos. A radioatividade encontrada nos peixes é bem abaixo dos níveis que poderiam causar preocupação para a saúde humana, mas os resultados mostram que consequências da crise na usina nuclear de Fukushima Daiichi no ano passado fornece uma oportunidade incomum para rastrear os animais, o ar ea água do Oceano Pacífico.

O atum do Pacifico ( Thunnus orientalis ) desovam em águas japonesas antes de nadar até a costa californiana. Os pesquisadores que testaram 15 peixes capturados após o desastre de Março de 2011 descobriram que todos os traços constantes de césio-134, que é solúvel em água e se originou de Fukushima. Os peixes que viajaram para a Califórnia antes de 2011 não levavam o isótopo. Os resultados foram publicados esta semana no Proceedings of the National Academy of Sciences.

O acidente nuclear de Fukushima tem proporcionado oportunidades de estudar a migração de peixes e circulação atmosférica. Os pesquisadores compararam taxas de césio-134 e o isótopo mais comum de césio-137 e estimaram que o atum levou cerca de quatro meses para viajar de águas japonesas até serem capturados na Califórnia. O cálculo leva em consideração o crescimento do peixe, a radiação normal de césio nos oceanos, e a meia-vida do césio-134 que é de apenas dois anos.

O ciclo migratório do atum é bastante conhecido, e os resultados deste estudo fornecem uma nova idéia para estudar os padrões de migração de outros animais do Pacífico, tais como baleias e aves marinhas.

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